CORAGEM

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Faça o que precisa pra ser feliz. É simples, eu juro!
Xingue alguém que precise xingar, peça perdão se errar, corra 1.000 km por dia.
Nade contra a corrente, gargalhe! Caia de bicicleta, não se case, tenha 31 cachorros.
Se mude pro Para ou pra Dinamarca, é só escokher. Compre um carrão, vermelho, conversível! Apareça! Não precisa crescer.
Pule de pára-quedas, compre a porcaria do sofá que você quer para a sua sala! Tire uma ondinha… não faz mal… e surfe nela!
Seja mãe, pare de trabalhar. Seja um super mega blasto sucesso profissional. Brilhe! E esqueça os filhos na escola depois da aula. Eles vão entender. Vão sobreviver.
Escreva o que quiser e bem entender no Facebook. Inclusive suas opiniões políticas! Não siga quem não quer no Facebook. Elimine de sua vida o que te incomoda.
Faça um samba em plena quarta feira, coma um cheescake, não cumpra o compromisso das 7 horas da manhã. E daí?
Converse o dia todo no Whatsapp, durma o dia todo. Assista TODAS as comédias românticas do netflix. Chore 1497 vezes a morte do seu pai… comemore o nascimento da sua sobrinha!
Ajude o mundo a ser um lugar melhor. Conte calorias, fume um cigarro, plante 300 árvores, reclame da vida! Se achar alguém que goste de ouvir. Ou pague um terapeuta, que goste de ouvir…
Faça sexo. Mude de sexo! E toque e dance e cante!
Se afaste, se aproxime, grite, cale, trabalhe, trabalhe, trabalhe! Trabalhe em Porto Seguro! Pense, flua, pare. Declare seu amor proibido, traia! Se for isso! Mas não traia a si mesmo. Nunca é de jeito nenhum. Não engula o que não gosta. Nem na hora da comida!
Seja você mesmo (como se houvesse outro jeito). E aceite isso! Por favor! Ame-se! Não se culpe, não me culpe, não culpe a eles! A obrigação de se amar, quem tem é você!
Seja você mesmo o que é, e não uma vítima indefesa das influências nefastas do espaço sideral (expressão de Sri Prem Baba).
Jogue fora essa saco de culpa e de medo e de dor e vá respirar!
Ou… sofra. Mas por amor a si mesmo.
Vai! Coragem!
“Eu pensava que devia deixar de ser para ser, mas vi que preciso deixar-me ser para ser” (Amor Hernandes)

(Texto fresquinho, por Paula Jácome! )

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